20/04/12
Kodac, a gata multicor :)
15/04/12
Hilary, Million Dollar Baby

12/04/12
Apresentação de contas :)
11/04/12
Step procura boa pessoa
09/04/12
Rifas a favor dos Bichanos
2º Prémio
Escolha aqui os nrs.

05/04/12
Encontrei um gatinho bebé, o que devo fazer?
Infelizmente, a crueldade de tirar da mãe filhotes muito pequenos, bebés incapazes de sobreviver sozinhos, é coisa comum de acontecer.
Por incrível que pareça, alguns humanos acham “uma maldade esterilizar os seus animais”, mas não vêem maldade em abandonar à própria sorte ou até mesmo sacrificar, filhotes que não desejam.
Se isso acontecer, antes de tudo, não entre em pânico.
Se dispõe de paciência, tempo, amor e determinação, está apto a realizar esta trabalhosa tarefa. E acredite, a recompensa pelo trabalho no final é imensa.
É trabalhoso sim, mas o período mais difícil, os trinta dias iniciais de vida, é bem curto.
Hoje existem produtos no mercado, como leite em pó para gatinhos e biberões próprios, que facilitam a tarefa.
Se encontrou um bebé gato, a primeira coisa a fazer é levá-lo a um veterinário assim que for possível. Ele irá examiná-lo, ver o seu estado de saúde, calcular sua idade e orientá-lo relativamente aos cuidados a ter.
Se já tiver outros gatos em casa, o gatinho deverá ficar de quarentena. Isso evitará que ele passe, caso tenha, alguma doença para os gatos já existentes.
A separação também evitará acidentes, já que ele é pequeno e indefeso. Os mais velhos podem considerá-lo uma ameaça, um estranho que invadiu seu território. É necessário um tempo de exposição lento e gradual, sob supervisão, para que se acostumem uns aos outros. Mas não nessa fase do pequeno.
Providencie uma caixa de papelão forte. Forre com bastante jornal, toalhas macias, cobertores, etc. para deixá-lo aquecido. Isso é muito importante. O frio pode matar um filhote em pouco tempo. Se estiver muito frio, será necessário algum tipo de aquecimento, como uma botija de água quente colocada debaixo de toalhas. Mas por favor CUIDADO, não é para assar os pequenos, mas sim aquecê-los. Cuidado com a temperatura. Calor em excesso também pode ser fatal.
A caixa dos gatinhos deve ficar em local protegido de correntes de ar, calmo e com pouco barulho. Pode colocar uma tolha por cima da caixa, deixando, é claro, uma abertura para a passagem e renovação de ar. A tolha manterá a caixa aquecida e no escuro, ajudando os pequenos a dormir.
Se tiver algum boneco de pelúcia ou algodão, lavável, pode colocá-lo na caixa. Assim eles terão a sensação de estarem com a mãe e ficarão mais tranquilos.
Procure leite em pó específico e um biberão para gatos numa loja de animais ou numa farmácia. Em caso de emergência, até conseguir comprar o necessário, pode improvisar com conta-gotas.
Num veterinário, compre leite próprio para gatinhos recém-nascidos (Royal Canin, Mixol, por exemplo) e siga cuidadosamente as instruções de preparação e os horários da amamentação.
De preferência, utilize água engarrafada, pois a água da torneira pode causar prisão de ventre.
ATENÇÃO: Se o leite estiver pouco quente os gatinhos não vão querê-lo, mas se estiver muito quente pode queimá-los. Teste a temperatura do leite na parte interior do seu antebraço.
Tenha muito cuidado com a posição de mamar. Os gatinhos devem estar ligeiramente levantados, com o biberão num ângulo de 45º, de forma a encorajar a amamentação e NUNCA deitados.
O importante é que o filhote se sinta estimulado a mamar. No início não vai ser fácil, já que ele não irá reconhecer naquela coisa de borracha as tetas da mãe. Mas a fome e o instinto de sobrevivência sempre falam mais alto. Para que ele não desista de sugar o bico do biberão, o tamanho do furo é muito importante. Se for muito pequeno ele se cansará logo e desistirá de mamar. Mas também não pode ser tão grande que ele se engasgue.
Se o gatinho se recusar a mamar, tente mudar a posição do bico do biberão na boca, mude a posição do gatinho, até descobrir a forma que dá mais jeito
Se depois de tudo, ele continuar a se recusar, procure a ajuda de um veterinário.
Fique atento à quantidade que o gatinho mama e se perde peso. Eles devem mamar com intervalos regulares, que vão se espaçando a medida que crescem. Com 4 semanas, época do desmame, eles mamam apenas 2 vezes ao dia, já que comem ração para além do leite.
Com 3 semanas, pode iniciar o processo de desmame. Geralmente não é difícil e os pequenos gostam de experimentar novos sabores.
Outro ponto importante é a higiene. Gatinhos com menos de 4 semanas de idade não conseguem urinar ou defecar sozinhos, certamente não irá gostar, mas terá que substituir a mãe nessa tarefa também. Quando muito pequenos, os gatinhos só evacuam e urinam quando estimulados pelas lambidelas da mãe, quando esta os lava após as mamadas. Calma, não precisa de os lamber! Após alimentá-los deverá limpar o ânus do gatinho com bolas de algodão húmidas e quentes, gaze ou lenços de papel para estimulá-los a evacuar (este movimento simula o efeito da língua da mãe). Depois, deverá limpar a barriga do gatinho e aplicar uma camada fina de óleo para bebés. Os gatinhos devem urinar depois de cada refeição, mas as defecações podem ser menos frequentes.
Aproveite para limpá-los de resíduos de leite, fezes e urina, para que o local onde dormem e passam todo o tempo esteja sempre limpinho. Troque regularmente toalhas, jornais, etc.
Até abrirem os olhos, por volta de 10 dias, os gatinhos costumam produzir muito pouca fezes. Mas se não fizerem nada por mais do que dois dias, procure a ajuda do veterinário.
Por volta das 4 semanas de idade pode começar o processo de desmame do gatinho, mas tenha em atenção que ele ainda irá precisar de leite durante mais algumas semanas! Compre uma ração BOA para gatos bebés (as melhores marcas são da Royal Canin – Babycat, Hills e Purina) evitando as vendidas muito baratas no supermercado que poderão causar-lhes diarreias. Poderá também fazer uma papa, amolecendo a ração com água morna.
O período de 2 a 7 semanas é muito importante para a socialização. O contato positivo com humanos diferentes nessa fase, fará com que o gato cresça amistoso.
Adaptado de: http://www.becodosgatos.com.br/achei_gato.htm
03/04/12
A doce Carminho :)
Meia-Leca, uma gata miniatura
27/03/12
Toxoplasmose: O maior perigo está onde você nem imagina
Infelizmente, não faz parte da rotina médica o atendimento de zoonoses, mas para nós, médicos veterinários, é muito comum.
Nós lutamos todos os dias para derrubar o mito de que o gato é grande vilão da toxoplasmose; queremos mostrar à população como realmente acontece a transmissão. Realmente, não se pode negar, o Toxoplasma Gondii é um protozoário que tem seu ciclo de vida em diversos carnívoros, mas somente no felino ele é capaz de completá-lo e infestar o meio ambiente.
Mas há um caminho longo e cheio de barreiras para que uma pessoa adquira a doença diretamente do injustiçado gato.
Em 1º lugar, não são todos os felinos que têm predisposição para fazer a doença, mas somente aqueles que ingerem carne crua ou mal assada ou que são caçadores (baratas, ratos,etc.).
Para que ocorra transmissão para o gato, é necessário que o este coma a carne que contenha os cistos do toxoplasma.
Na maioria, são animais que tem acesso à rua e que estão com seu sistema imune comprometido.
Estima-se que apenas 1% - UM EM CEM! - da população felina albergue o protozoário.
Em 2º lugar, o gato, se estiver contaminado, só elimina o parasito nas fezes durante 15 dias e apenas uma vez em toda a sua vida.
Geralmente esta eliminação ocorre 10 dias após ter se infectado.
Em 3º lugar, para ocorrer a contaminação de pessoas a partir das fezes do gato, é necessário que estas fezes fiquem no ambiente por, NO MÍNIMO, 48 horas, e que depois sejam ingeridas; caso contrário, o ciclo não se completa!
Os gatos possuem o hábito de limpar-se, não deixando restos de fezes na pelagem, e enterram seus excrementos.
Porém, mesmo que não se limpem, já há estudos mostrando que não há viabilidade de infecção caso hajam fezes grudadas no pêlo do animal.
A possibilidade de contaminação do proprietário do gato pelo próprio gato é mínima ou inexistente.
Acariciar um gato e tê-lo como animal de companhia não representa perigo. Mordidas ou arranhões do gato também não transmitem toxoplasmose.
O mais comum é que a doença seja adquirida via ingestão de carnes mal cozidas, e também pela ingestão de verduras e legumes mal lavados e falta de higienização das mãos após o manuseio com terra.
Tendo em vista o supracitado, é por isso que há um alto índice de toxoplasmose em Portugal, pelo alto consumo de embutidos (leia-se sem cozimento), e também em Erechim, que é o lugar com maior índice de toxoplasmose no planeta, pelo alto consumo de carne suína mal cozida.
Ademais, somente pessoas imunodeficientes ou as mulheres grávidas que nunca tiveram contato com o parasita (leia-se sem formação de anticorpos) formam o grupo de risco.
Se fizermos sorologia numa determinada população, a maioria será positiva para toxoplasmose, não pelo fato de terem a doença, mas sim porque, em algum momento da vida, houve contato com o cisto do parasita e o corpo produziu anticorpos, e estes anticorpos permanecem para o resto da vida.
Portanto, que fique bem claro que beijar, abraçar, dormir com gatos
NÃO LEVA À TRANSMISSÃO DA TOXOPLASMOSE!
A prevenção da toxoplasmose se dá com boas práticas de higiene, tais como limpar a caixa de areia dos felinos diariamente, não ingerir alimentos crus ou mal-cozidos sem prévio congelamento por 48 horas, não ingerir leite in natura e embutidos não fiscalizados, limpar cuidadosamente qualquer material que entre em contato com carnes cruas, e fazer uso de luvas ao realizar jardinagem.
Além disso, evite que seu gato tenha acesso á rua e, é claro, o animal deve ser vacinado, desparasitado interna e externamente e examinado regularmente por um médico veterinário para que se evite qualquer doença.
Na dúvida?
Faça uma sorologia, sua e do seu felino, para toxoplasmose.
E por favor, não abandone seu animal de estimação!"
Dra. Claudia Batistella Scaf
21/03/12
Xanax, a calma em forma de gata :)
O modo de administração desta Xanax na sua vida, baseia-se essencialmente no afeto e proteção, os quais esperamos que ela venha a encontrar junto de alguém especial. Encontra-se para adopção.
05/03/12
O pirata de Leixões... ;)














