O Bichanos do Porto é um projecto de um grupo de amigas com uma paixão comum: gatos. Lidamos constantemente com situações de abandono e maus tratos e não conseguimos ignorar esta triste realidade. Como não somos associação nem temos espaço próprio, os gatinhos que recolhemos são acomodados nas nossas próprias casas. Por isso, tudo o que fazemos é fruto de esforços pessoais, a todos os níveis, bem como da boa vontade de todos aqueles que, de uma forma ou de outra, vão colaborando com esta causa.
03/11/12
18/10/12
Levada da breca quer ser levada para casa! ;)
Esta linda gatinha é a Breca! Claro está que não é por ser muito calminha! É uma alegria e proporcionará divertimento constante a quem se comprometer a amar e respeitar até ao fim dos seus dias!
Quem, eventualmente, estiver à procura de alegria todo o dia, ligue à Fátima para o 917 51 23 23 :)
15/10/12
À descoberta do caminho para casa!
Fomos buscar estes pequeninos quase à India!! Pronto, ok, quase à Trofa! :) Tinham sido colocados numa garagem, sem acesso ao exterior e completamente dependentes de uma única pessoa, já idosa, que se adoecesse, sentenciaria estes lindos gatinhos.
Paulo da Gama
Vasco da Gama
Procuram, agora, o caminho para uma casa, onde sejam acarinhados e respeitados durante toda a sua vida.
Contacto para adopção: Fátima 917 51 23 23
13/10/12
O Corisco não tem nada de malvado! :)
Se quiserem dar as chaves de casa a este lindo gatinho, liguem à Susana!
Contacto para adopção: sreginapt@yahoo.com.br / 969075453
12/10/12
Branco mais transparente, não há... ;)
Sim, tão transparente, tão transparente que se o vir nas primeiras duas semanas na nova casa, vai ser uma festa! :)
O Miko foi retirado da rua, porque com 3 meses, já apresentava lesões nas orelhas devidas a queimaduras solares. Isto quer dizer que a esperança de vida deste lindo gatinho não ia ser longa... :|
E pronto, agora já está resguardado do sol! O problema é que ele se resguarda tanto que ninguém o vê!
É verdade! O Miko é um gatinho timído, que precisa de paciência e dedicação para mostrar o gatinho meigo que decerto se esconde debaixo de tanto receio!
Se se acharem capazes de vencer este desafio, falem com a Fátima: 917512323 - mfcastror@gmail.com
10/10/12
Campeãs procuram lugar no pódio!
Estas lindas atletas têm cerca de 6-7
semanas e foram recolhidas às 2 manhã, encostadas a um portão fechado,
numa rua de muito trânsito. A mãe não conseguia subir muro com
elas...
A Rosa Mota já terminou a corrida e já tem um clube para toda a vida! ;)
Rosa Mota
A Vanessa Fernandes terminou em segundo lugar e também já tem uma medalha de prata!
Vanessa Fernandes
Fernanda Ribeiro
São umas bolinhas pinchadoras, brincalhonas e amorosas!
Contacto:
Mafalda - mafalda.bichanos@gmail.com
06/10/12
007 - Ordem para ronronar
My name is Sexy Cat, Vitor Sexy Cat e sou o gato mais apaixonante das redondezas... Tenho 4 meses e sou o único sobrevivente
de uma ninhada de 3 agentes secretos, que viviam com a mãe num local de muito
trânsito. Os meus irmãos não sobreviveram aos perigos da vida na rua...
Contacto para adopção: mafalda.bichanos@gmail.com
04/10/12
Sorteio do Dia do Animal
Rifas para a lotaria do dia 4 de Outubro, Dia Internacional do Animal! :)
São premiados os 3 primeiros números. Os nº de 000 a 999 estarão disponíveis online.
1º Prémio
10 rifas = 3 patadas
20 rifas = 5 patadas
Reservas para encomendasbichanos@gmail.com
Participem, divulguem e ajudem-nos a ajudar! ;)
Actualização:
1º Prémio - 846
2º Prémio - 195
3º Prémio - 572
Muitos parabéns aos vencedores! :)
2º Prémio - 195
3º Prémio - 572
Muitos parabéns aos vencedores! :)
30/09/12
3 A's Girassol
Estes lindos gatinhos passavam muita
fominha e procuram agora um lar com abundância de raçãozinha da boa,
miminhos e tudo de bom!!
Amendoim :)
Soja :)
Milho :)
Fatima Castro
Tlm 917512323
E-Mail: mfcastror@gmail.com
E-Mail: mfcastror@gmail.com
24/09/12
Gio & Leo
Este é o Gio
E este é o Leo
E agora preparem-se que eu não sei resumir histórias ;-)
Uma noite destas, tentava adormecer, sem conseguir, pois ouvia vindo da rua, o miar de um gatinho bébé desesperado, coisa que na minha rua nunca acontece, pois tem bastante movimento. Ao fim de meia hora desisti, vesti-me de novo e lá fui feita tola para o meio da rua, às 3 manhã...coisas de quem gosta de animais ;-).
Descobri que o som vinha de dentro de um quintal de uma casa em frente. Subida de muro, sempre com medo que viesse alguém, e dou com um gatinho a tremer muito, num canteiro. Peguei nele, a pensar onde o meteria. Tentei dar-lhe de comer que ele não tocou, pois estava cheio de medo. No dia seguinte de manhã, tratei de lhe arranjar FAT e ía eu a sair de casa quendo eis que....vejo mesmo ao lado das escadas do prédio, um senhor de cócoras a fazer "bshh, bshhh"...e pronto...dei de caras com o irmão do Gio, todo sujo de diarreia. E lá se juntou mais um ;-)
Já foram ao veterinário, estão medicados e foi diagnosticado um problema de pele ao Leo, para o qual vai começar tratamento.
Têm 7 semanas e o Gio está pronto para ir para uma casa :-). Já o Leo também estará, daqui a 6 semanas
Contacto para adoção:
Susana - 969075453
16/09/12
Às vezes querer... não chega
A Papiro foi despejada no ecoponto de papel (daí o nome) com horas de vida, ainda com sangue do nascimento.
Sabemos que, não tendo sequer mamado o colostro da mãe, estava sem defesas e por isso seria muito dificil fazê-la "vingar".
Mas, arregaçamos as mangas e... mamadas 7 vezes por dia/noite, estimulação, aquecida com botija e lutamos... lutamos muito. Eu e ela que, apesar de não engordar o suficiente e até ter tido que lidar com um abcesso, que foi tratado, se mantinha viva dia após dia... e a esperança crescia.
Aos 9 dias de idade tinha 90 g, metade do que deveria ter :-(, mas queria viver e nós, queríamos muito também.
No 10º dia, começou a ter dificuldades respiratórias... foi um sufoco ver aquele "farrapinho" de gata a arfar. Fomos (de novo) para o vet., que lhe diagnosticou desta vez uma coriza, para a qual ela não tinha forças para vencer.
Ajudou-se a Papiro a partir, na noite em que fazia 10 dias que a recebi... às vezes querer não chega mesmo. A natureza fala mais alto...
Susana
14/09/12
Duo Deslumbrante Sergi & Elena
O Sergi e a Elena são irmãos da nossa Anne-Sophie! São a nossa ninhada Deslumbrante (nome de família)! Abençoada gata que produz belezas felinas deste calibre! ;)
Têm cerca de 4,5 meses, um pelo sedoso e brilhante, estão vacinados e procuram um lar onde possam brilhar durante uma vida longa e feliz!
Elena
Sergi
Se os quiserem conhecer, falem com a Fátima 917512323 - mfcastror@gmail.com, que pode ser que ela consiga uma audiência para ver estas belezas ao vivo! ;)
10/09/12
O que é o FIV?
Em primeiro lugar, o FIV (vírus da imunodeficiência felina) não deve ser confundido com FeLV (Leucemia Felina) - trata-se de dois vírus diferentes. São muitas vezes mencionados juntos, devido ao kit de testes realizados por veterinários, mas diferem muito na forma como afectam os gatos, e a sua longevidade. Enquanto o FeLV é um risco grave para a saúde e longevidade dos gatos, o FIV não é.
O Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV) tem sido associado a gatos há muitos anos, embora tenha sido identificado como tal apenas em 1986. O vírus esgota o número de células brancas do sangue, que eventualmente torna o gato menos capaz de combater infecções. No entanto, por se tratar de um vírus de acção lenta, muitos gatos FIV+ podem desfrutar de uma vida normal, sem problemas de saúde aparentes decorrentes do vírus.
Em primeiro lugar, as estirpes virais utilizadas em laboratórios experimentais eram muito virulentas, e muita informação anteriormente publicada baseia-se nestes estudos. No entanto, as estirpes do FIV em gatos que vivem vidas normais tendem a ser muito mais benignas, e podem nunca causar a doença.
O vírus está presente no sangue e saliva de gatos infectados. Mas, tal como o HIV, trata-se de um vírus muito "frágil", e não sobrevive durante muito tempo fora do corpo. É também necessária uma dose elevada para infectar um outro gato. Logo, não é facilmente transmitido de gato para gato. A principal via de infecção é através da mordida, quando o vírus na saliva de um gato infectado é injetado diretamente na corrente sanguínea do gato mordido. Por outro lado, um gato que morde um gato infectado, tem menos risco de ser infectado, uma vez que o vírus não é injectado directamente na corrente sanguínea, embora ainda haja um elemento de risco. Gatos que lutam que têm mais probabilidade de serem infectados. As lutas de gatos são mais provaveis entre gatos inteiros (não castrados) e estes são, por conseguinte, o grupo de maior risco. Uma vez que muitos gatos selvagens são não castrados e têm que competir por comida, há uma maior incidência de FIV em gatos selvagens.
A transmissão entre gatos num grupo que não luta é improvável porque o vírus só sobrevive muito brevemente fora do corpo dos gatos, e não pode ser transmitida indirectamente pela comida, comedouros, roupas, sapatos, mãos etc (ao contrário do que acontece com a leucemia felina).
Uma pesquisa recente sugere que a probabilidade de contagio entre gatos na mesma casa é tão baixa como 1-2%. Não foi provado que o vírus é transmitido sexualmente, embora os machos segurarem a nuca do pescoço da fêmea com os dentes, sendo por isso, possível a pele ser perfurada e que ocorra o contágio.
Os problemas mais comuns em gatos FIV+ são gengivite e estomatite (inflamação das gengivas e outras partes da boca). No entanto, o FIV não é a causa mais comum de gengivite. Isso ocorre em gatos que são alimentados com uma dieta não natural de alimentos enlatados. Os gatos que são portadores de Calicivírus (um dos vírus da gripe de gato), sofrem frequentemente de gengivite, assim como muitos dos gatos que não comportam qualquer um destes vírus. Várias outras infecções crónicas também podem ocorrer - conjuntivite, diarréia, pele e infecções do trato respiratório (rinite ou bronquite). No entanto, estes são menos comuns.
Um estudo de 14 anos realizado por Maureen Hutchison (consultora veterinária do Cat Action Trust) descobriu que gatos FIV+ são mais propensos a sobreviverem e serem saudáveis nos seus anos de crepúsculo do que de morrer de qualquer doença relacionada com FIV. Além disso, uma pesquisa recente realizada pelo Dr. D. Diane Addie (Professor de Virologia Veterinária, na Universidade de Glasgow), onde 26 gatos foram acompanhados durante 10 anos, descobriu que a infecção pelo FIV não afectou a esperança de vida dos gatos.
O tratamento consiste em tratar os sintomas que ocorrem em cada gato individualmente. Se um gato FIV+ apresenta quaisquer sintomas de doença, por menores que sejam, deve ser levado a um veterinário imediatamente. Uma vez estabelecido nas células de um gato, o vírus é permanente, e não existe vacina* com eficácia comprovada.
* Uma vacina foi desenvolvida nos EUA em 2002, mas ainda é muito cedo para determinar a sua fiabilidade. Uma grande desvantagem desta vacina é que uma vez inoculado, os gatos serão automaticamente positivos num teste de FIV, embora tendo o vírus.
É muito encorajador ver que um número crescente de médicos veterinários no Reino Unido se estão a aperceber que os gatos saudáveis FIV+ podem desfrutar de uma boa qualidade de vida, e que uma recomendação de eutanásia é tão inadequado como desumano. Qualquer gato vadio deve ser castrados, especialmente os FIV+ de forma a que não tenham a necessidade ou oportunidade de lutar. A castração pode ser a única coisa necessária à resolução do problema. É surpreendente como muitos gatos vadios agressivos já não têm necessidade de lutar por cada bocado de comida! Ainda é difícil encontrar novos lares para gatos FIV+, embora em todos os outros aspectos eles sejam normais, gatos amorosos e merecedores de uma oportunidade de terem uma vida feliz.
Gatos que tenham acesso ao exterior estão em maior risco de serem mordidos por um desconhecido feroz ou vadio FIV+ do que por uma vida inteira ao lado de um gato amigável FIV+, parte da família.
- O FIV é uma espécie específica de vírus. Só pode ser transmitido de gato para gato, e não para os seres humanos ou outros animais.
Em primeiro lugar, as estirpes virais utilizadas em laboratórios experimentais eram muito virulentas, e muita informação anteriormente publicada baseia-se nestes estudos. No entanto, as estirpes do FIV em gatos que vivem vidas normais tendem a ser muito mais benignas, e podem nunca causar a doença.
O vírus está presente no sangue e saliva de gatos infectados. Mas, tal como o HIV, trata-se de um vírus muito "frágil", e não sobrevive durante muito tempo fora do corpo. É também necessária uma dose elevada para infectar um outro gato. Logo, não é facilmente transmitido de gato para gato. A principal via de infecção é através da mordida, quando o vírus na saliva de um gato infectado é injetado diretamente na corrente sanguínea do gato mordido. Por outro lado, um gato que morde um gato infectado, tem menos risco de ser infectado, uma vez que o vírus não é injectado directamente na corrente sanguínea, embora ainda haja um elemento de risco. Gatos que lutam que têm mais probabilidade de serem infectados. As lutas de gatos são mais provaveis entre gatos inteiros (não castrados) e estes são, por conseguinte, o grupo de maior risco. Uma vez que muitos gatos selvagens são não castrados e têm que competir por comida, há uma maior incidência de FIV em gatos selvagens.
A transmissão entre gatos num grupo que não luta é improvável porque o vírus só sobrevive muito brevemente fora do corpo dos gatos, e não pode ser transmitida indirectamente pela comida, comedouros, roupas, sapatos, mãos etc (ao contrário do que acontece com a leucemia felina).
Uma pesquisa recente sugere que a probabilidade de contagio entre gatos na mesma casa é tão baixa como 1-2%. Não foi provado que o vírus é transmitido sexualmente, embora os machos segurarem a nuca do pescoço da fêmea com os dentes, sendo por isso, possível a pele ser perfurada e que ocorra o contágio.
A mensagem a reter aqui é: evite as lutas - certifique-se que o seu gato é esterilizado!
- Quais são os sintomas de FIV?
Os problemas mais comuns em gatos FIV+ são gengivite e estomatite (inflamação das gengivas e outras partes da boca). No entanto, o FIV não é a causa mais comum de gengivite. Isso ocorre em gatos que são alimentados com uma dieta não natural de alimentos enlatados. Os gatos que são portadores de Calicivírus (um dos vírus da gripe de gato), sofrem frequentemente de gengivite, assim como muitos dos gatos que não comportam qualquer um destes vírus. Várias outras infecções crónicas também podem ocorrer - conjuntivite, diarréia, pele e infecções do trato respiratório (rinite ou bronquite). No entanto, estes são menos comuns.
- Qual é a esperança de vida de um gato FIV+?
Um estudo de 14 anos realizado por Maureen Hutchison (consultora veterinária do Cat Action Trust) descobriu que gatos FIV+ são mais propensos a sobreviverem e serem saudáveis nos seus anos de crepúsculo do que de morrer de qualquer doença relacionada com FIV. Além disso, uma pesquisa recente realizada pelo Dr. D. Diane Addie (Professor de Virologia Veterinária, na Universidade de Glasgow), onde 26 gatos foram acompanhados durante 10 anos, descobriu que a infecção pelo FIV não afectou a esperança de vida dos gatos.
Com este conhecimento da natureza
prolongada da condição FIV+, a eutanásia é um procedimento totalmente
inadequado e desumano. Ser atropelado é um risco muito maior para um
gato do que o FIV.
- Então, porquê os medos infundados sobre FIV?
- Testes
O tratamento consiste em tratar os sintomas que ocorrem em cada gato individualmente. Se um gato FIV+ apresenta quaisquer sintomas de doença, por menores que sejam, deve ser levado a um veterinário imediatamente. Uma vez estabelecido nas células de um gato, o vírus é permanente, e não existe vacina* com eficácia comprovada.
* Uma vacina foi desenvolvida nos EUA em 2002, mas ainda é muito cedo para determinar a sua fiabilidade. Uma grande desvantagem desta vacina é que uma vez inoculado, os gatos serão automaticamente positivos num teste de FIV, embora tendo o vírus.
- A adopção de um gato FIV positivo
Um estudo americano mostrou que os gatos FIV+ têm maior probabilidade de serem abatidos, uma vez que ninguém queria/podia oferecer-lhes um lar, do que a sucumbirem a quaisquer efeitos do vírus.
- Podem gatos FIV+ e FIV- viver juntos?
Gatos que tenham acesso ao exterior estão em maior risco de serem mordidos por um desconhecido feroz ou vadio FIV+ do que por uma vida inteira ao lado de um gato amigável FIV+, parte da família.
- Cuidar do seu gato FIV+
- Gatinhos
Ajude a prevenir a propagação do FIV - esterilize o seu gato
(e apadrinhe a esterilização de gatos de rua)
(e apadrinhe a esterilização de gatos de rua)
Adaptado de http://www.catchat.org/fiv.html, as fotos são de gatos FIV+ que já passaram pelos Bichanos do Porto
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